Fernando Diniz foi demitido do Fluminense, após alguns reveses, e o time estar na zona do rebaixamento, ou seja, ultimo colocado do campeonato Brasileiro. Já Cuca no Atletico PR, não tem mais clima de ficar no Alético, esta em desentendimento do a torcida do furacão paranaense.
Diniz
Fernando Diniz não é mais o treinador do Fluminense. Após a derrota para o Flamengo, neste domingo, no Maracanã, que manteve o clube na lanterna do Brasileirão, e uma longa reunião nesta segunda-feira, a diretoria tricolor decidiu decretar o fim da passagem do comandante nas Laranjeiras. Demitido, Diniz vai receber do clube multa rescisória entre R$ 6 milhões e R$ 7 milhões. O auxiliar Marcão vai comandar o Tricolor na partida contra o Vitória, na quinta-feira.
Diniz deixa como legado desta sua passagem não somente alguns dos títulos mais importantes da história de nosso clube, conquistados em 2023 e 2024, mas também o legado de um trabalho muito bem-sucedido em sua primeira etapa de sua atual passagem, ensinamentos importantes sobre sua maneira de entender o futebol e uma visão humanística que no todo trazem enorme contribuição a este esporte — afirmou o clube em nota.
Contestado pela torcida nas últimas semanas, Fernando Diniz admitiu no domingo que houve relaxamento da equipe depois dos títulos da Libertadores e da Recopa. Quatro dias antes, após a derrota para o Cruzeiro, ele havia afirmado que seu time foi “muito leniente” após as conquistas.
O Fluminense venceu apenas um dos 11 jogos que disputou no Brasileirão até agora. Foram três empates e sete derrotas. É o pior início tricolor na história dos pontos corridos. No dia 22 de maio, a diretoria tricolor havia renovado o contrato de Diniz até dezembro de 2025.
Fernando Diniz retornou ao Fluminense em abril de 2022, mas viveu seu melhor momento em 2023, quando conquistou o Carioca e o título inédito da Libertadores. Nesta temporada, também levantou a taça da Recopa Sul-Americana, com vitória sobre a LDU.
O treinador encerra a sua segunda passagem sendo o mais longevo do Fluminense no século 21. No último dia 21 de junho, ele chegou a 783 dias no cargo e superou Abel Braga, então primeiro colocado, que comandou o Tricolor de junho de 2011 a 29 de julho de 2013. Na primeira passagem de Diniz, ele ficou nas Laranjeiras de dezembro de 2018 a agosto de 2019.
Cuca
Cuca não é mais o técnico do Athletico. Em reunião nesta segunda-feira, no CT do Caju, treinador e dirigentes chegaram ao consenso que é melhor encerrar o ciclo. Com isso, o Furacão irá para o seu terceiro técnico no ano do centenário, uma vez que Juan Carlos Osório caiu pouco antes do fim da primeira fase do Campeonato Paranaense.
A reunião teve as presenças de Cuca, Márcio Lara (diretor financeiro), André Mazzuco (diretor de futebol) e Alexandre Leitão (CEO). O treinador foi o primeiro a chegar, por volta das 8h20. Mazzuco entrou no CT do Caju às 9h (horário marcado para a reapresentação do elenco), enquanto Leitão chegou às 9h20. O papo começou às 9h40 e durou cerca de 20 minutos.
A saída de Cuca era uma forte tendência ainda na noite de domingo. Na entrevista coletiva após o 1 a 1 contra o Corinthians, o terceiro empate seguido com gol nos acréscimos, o treinador falou sobre uma conversa que pretendia ter com a diretoria do Athletico para tratar sobre seu futuro, indicando que não saber se iria permanece no comando do Furacão, principalmente por não concordar com críticas dos torcedores, que gritaram “vergonha”.
De acordo com o Blog da Nadja, antes de se encaminhar para a entrevista coletiva, o treinador reuniu o elenco no vestiário e disse que estava fora do Athletico. Em seguida, ele se dirigiu à sala de imprensa da Ligga Arena, onde teria também a presença de Fernandinho, mas a participação foi cancelada. As palavras utilizadas por Cuca não caíram bem com alguns jogadores e dirigentes.
Internamente, o que houve no vestiário da Ligga Arena foi considerado algo grave e não condizente com a postura de um treinador profissional. Isso porque, na visão da diretoria do Furacão, o treinador expôs uma situação que era tratada de maneira restrita. Por isso, tudo que o técnico falou à imprensa fez quem era a favor dele ficar contrário e, assim, o clima para uma possível “reconciliação” se tornar inviável.
Cuca encerra seu ciclo pelo Athletico, clube do qual é torcedor, com 23 jogos e aproveitamento de 66% dos pontos disputados, além da conquista do Paranaense. Foram 14 vitórias, quatro empates e cinco derrotas, algumas delas consideradas inacreditáveis, como para Danubio e Sportivo Ameliano, ambas na Ligga Arena, pela Copa Sul-Americana.
O Athletico tem 19 pontos, mas aparece, agora, na quinta colocação. A diretoria ainda não definiu quem comanda o time nos dois jogos como visitante em sequência. A preparação será conduzida pelo auxiliar do clube, Juca Antonello. Na quarta-feira, às 19h (de Brasília), enfrenta o Cruzeiro, no Mineirão, pela 12ª rodada. No domingo, às 18h30 (de Brasília), o adversário é o Vitória, no Barradão. O ge transmite as partidas em Tempo Real.










